
Fotograma: Igor Sterpin
Um baby boomer
Nascido em Macau em 1952, António Cerveira Pinto é artista, ensaísta e curador. Desde finais da década de 1970, a sua prática interdisciplinar cruza a arte contemporânea com a filosofia, a tecnologia e os avanços da cultura digital.
Participou em numerosas exposições e projetos em Portugal e no estrangeiro. As suas obras integram coleções públicas como o Museu de Serralves, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu Coleção Berardo e o Museu Vostell-Malpartida.
Autor de inúmeros textos sobre arte, cultura, política e tecnologia, desempenha um papel pioneiro na reflexão sobre as relações entre a arte, a teoria de arte, a sociedade global, as novas redes sociais digitais e a inteligência artificial.
A sua exposição, O Mundo é Tudo! Filósofos e Outras Máquinas propõe uma leitura de quase cinco décadas de trabalho dedicado à exploração das fronteiras entre arte, pensamento, ciência e tecnologia.
Divide a sua atividade entre Bruxelas, Porto e Lisboa.
