
Uma retrospetiva do futuro
Ao longo de quase cinco décadas, António Cerveira Pinto desenvolveu uma investigação singular na interseção entre pintura, linguagem, filosofia, tecnologia e sistemas de representação.
Esta exposição reúne, pela primeira vez, esse percurso através de um conjunto de núcleos que atravessam diferentes momentos da sua prática artística: da pintura às imagens proposicionais, dos deuterótipos aos mapas de democracia, da televisão à memória e da Inteligência Artificial ao Parlamento dos Outros.
O projeto recusa uma cronologia de estilos, organizando-se antes como uma viagem por diferentes formas de pensar através das imagens, dos objetos e das máquinas.
O percurso culmina com dois projetos inéditos: o Gerador de Arte e Inteligência Artificial (GAIA) — um instituto urbano dedicado à experimentação entre arte e inteligências humanas e artificiais — e o Mosteiro das Proposições, um lugar imaginado para cultivar o tempo lento das perguntas.
Entre filósofos e outras máquinas, esta exposição convida-nos a pensar o mundo contemporâneo através da arte: não como resposta definitiva, mas como exercício permanente de imaginação crítica.
Percurso da exposição
- Regresso da pintura?
- Frases
- Qualia
- Combate entre as metades esquerda e direita do meu cérebro
- Rasura
- Utopia
- Cor, Linguagem e Complexidade
- Segunda Cidade
- Digital freaks / Bernini bananas
- Big Bang?
- Parlamento dos Outros
- Gerador de Arte e Inteligência Artificial (GAIA)
- Mosteiro das Proposições
- Arte, Televisão e Memória
- Filosofia, Luz e Autorretrato
Explora a exposição. Vê os vídeos. Consulta o programa paralelo. Leva um catálogo contigo. Não pesa. É um livro de bolso.
A exposição termina. As perguntas continuam.
Tens uma pergunta a fazer? Publica-a no Instagram da exposição “O mundo é tudo! Filósofos e outras máquinas.”

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