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ACP. Digital freak, 2026

Uma retrospetiva do futuro

Ao longo de quase cinco décadas, António Cerveira Pinto desenvolveu uma investigação singular na interseção entre pintura, linguagem, filosofia, tecnologia e sistemas de representação.

Esta exposição reúne, pela primeira vez, esse percurso através de um conjunto de núcleos que atravessam diferentes momentos da sua prática artística: da pintura às imagens proposicionais, dos deuterótipos aos mapas de democracia, da televisão à memória e da Inteligência Artificial ao Parlamento dos Outros.

O projeto recusa uma cronologia de estilos, organizando-se antes como uma viagem por diferentes formas de pensar através das imagens, dos objetos e das máquinas.

O percurso culmina com dois projetos inéditos: o Gerador de Arte e Inteligência Artificial (GAIA) — um instituto urbano dedicado à experimentação entre arte e inteligências humanas e artificiais — e o Mosteiro das Proposições, um lugar imaginado para cultivar o tempo lento das perguntas.

Entre filósofos e outras máquinas, esta exposição convida-nos a pensar o mundo contemporâneo através da arte: não como resposta definitiva, mas como exercício permanente de imaginação crítica.


Percurso da exposição

  • Regresso da pintura?
  • Frases
  • Qualia
  • Combate entre as metades esquerda e direita do meu cérebro
  • Rasura
  • Utopia
  • Cor, Linguagem e Complexidade
  • Segunda Cidade
  • Digital freaks / Bernini bananas
  • Big Bang?
  • Parlamento dos Outros
  • Gerador de Arte e Inteligência Artificial (GAIA)
  • Mosteiro das Proposições
  • Arte, Televisão e Memória
  • Filosofia, Luz e Autorretrato

Explora a exposição. Vê os vídeos. Consulta o programa paralelo. Leva um catálogo contigo. Não pesa. É um livro de bolso.

A exposição termina. As perguntas continuam.

Tens uma pergunta a fazer? Publica-a no Instagram da exposição “O mundo é tudo! Filósofos e outras máquinas.”

Créditos e agradecimentos

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